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domingo, 15 de março de 2020

Leitor Ideal



Pinochet, que proibiu Dom Quixote por pensar que esse livro incitava à desobediência civil, foi seu leitor ideal.
Um famoso programa da BBC sobre livros infantis começava, invariavelmente, com o animador perguntando: “Vocês estão sentados confortavelmente? Então vamos começar!”. O leitor ideal é também o sentador ideal.
Representações de são Jerônimo mostram-no debruçado sobre sua tradução da Bíblia, ouvindo a palavra de Deus. O leitor ideal deve aprender a ouvir.
Há três tipos de leitor: o que aprecia o livro sem julgá-lo; o que o julga sem apreciá-lo; e o que o julga enquanto aprecia e aprecia enquanto julga. O último tipo é um leitor ideal…
O leitor ideal é capaz de dissecar o texto, retirar a pele, fazer um corte até a medula, seguir cada artéria e cada veia e depois dar vida a um novo ser sensível. O leitor ideal é um taxidermista.


Leitura em Voz Alta




A leitura em voz alta, primeiro veio na Igreja, depois na escola. Na primeira para convencer, na segunda... para convencer também. Na escola lia-se em voz alta, tanto para convencer de que se devia ler, quanto para se ensinar o que se ler. A escola pretendia desenvolver o gosto pela leitura escolhendo o que deveria ser lido e como deveria ser lido. Mais que isso, a escola e os poderes vigentes,  estabeleciam os critérios para leitura. O primeiro deles, que toda leitura deveria dar lugar a trabalho, e ser ela mesma parte de um trabalho. Nada de confundir o momento da leitura com ociosidade. O segundo, diz respeito às qualidades do que se lia. Um texto seria bom se ele pudesse ser partilhado, se pudesse ser mostrado, lido em público. Assim, uma má leitura se praticava escondido e sem controle. Segundo as normas, tal leitura fora das redes de sociabilidades, que fixavam o sentido certo e um certo sentido de interpretação, poderia dar margem e criar enganos. 

A leitura em voz alta e pública, fosse feita na escola, na igreja, na família ou mesmo em reuniões explicitamente realizadas para esse fim, criava uma pedagogia da compreensão que pretendia, assim, garantir a justa recepção. Pode-se dizer que a leitura pública não fazia parte de uma teatralização, mas de uma transmissão controlada de sentidos. A entonação do leitor, suas acentuações, seus silêncios, sua emoção, falavam pelo texto.

Além do mais, pretendia-se com o exercício da leitura em voz alta constituir uma aprendizagem da língua correta.





Uma Coisa Gostosa...



Segundo estudos recentes: Entre duas pessoas, ela enriquece a relação. Em pé, fortalece a coluna. De cabeça baixa, estimula a circulação do sangue.
De barriga para cima é mais prazerosa.
Em grupo, é complicada, mas pode ser divertido. No banho, pode ser arriscada. No automóvel, é muito perigosa. De joelhos, o resultado pode ser doloroso. Em cima da mesa, na pia da cozinha ou no escritório, pode ser excitante… Na cama, na rede, no sofá, no tapete, pode até chamar o sono com música ou em silêncio. Não importa idade, raça, crença, ou posição socioeconômica… o que importa é se entregar ao  prazer da leitura...a melhor maneira de exercitar a imaginação!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Leitura Auditiva



Recentemente descobri o site Ciência Hoje, e comecei a realizar o que chamo de “LEITURA AUDITIVA”. Sabendo que tudo passa rapidamente na rede, tratei logo de baixar uma dezena de arquivos para ouvir. Não estou falando de livros falados! Falo de entrevistas fantásticas sobre temas sensacionais com gente pra lá de articulada e cabeça. Tudinho em arquivo MP3. Espero aquele momento de entrar no ônibus ou na fila do banco, colocar o fone e dele leitura. Esses são alguns temas que baixei: 

A Influência da computação na educação.
A origem das línguas.
Ciência e ficção.
Línguas ameaçadas.
O mensageiro do cérebro.
Uma nova espécie humana entre nós?
Entre o físico e o virtual.
Mitologia mecanismo de memória.

Abaixo está o link, escolha um tema e faça a experiência, leia com os ouvidos, ou, como diria o personagem Mestre do livro Falei com Da Vinci : “veja com os ouvidos”!

A Irresistível letra “P”


Velho e bom texto só com a letra "P"

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor paulista, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora, pernoitando por perto. Prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulino pediu para pintar panelas. Posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir. Pediu permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso. Percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações. Pelos passos, percorriam permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo, Pedro Paulo, precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! 

“Preciso partir para Portugal porque pretendem, pela primavera, pintar principais portos, painéis, personalidades, prestigiando patrícios”, pensava Pedro Paulo. 
- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. 
- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Passando pelo porto, penetrou pela pequena propriedade patriarcal pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: 
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Por que pintas porcarias?
- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, prefiro poder procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. 
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar. Pegando pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte, precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos. Passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Posteriormente, partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente, Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente, Pedro Paulo preferia pintar paredes, pisos, portas, portões, painéis. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...

'Permita-me poder parar. Pretendo pensar. Peço perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei'.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Não Acredito! Meu Livro Chato?



A partir do momento em que nos entregamos a um livro... digamos...  chato, temos dois dilemas: um é tentar decifrar o que o autor quer nos contar com aquilo. O outro, é como que iremos conhecer o autor.

Cada autor tem sua forma de contar a história. As histórias complexas nos estimulam no senso crítico e de aprendizado, e desta forma, aprendemos a andar junto com o raciocínio do escritor.

Existem livros difíceis, mas se você resolver encara, descobrirá coisas preciosas que jamais poderia imaginar que encontraria em uma leitura cansativa.

Tudo funciona como uma arte de escavar um terreno acidentado em busca de jóias brutas, porém preciosas com a devida lapidação. Então prepare a mente e decifre. É hora de turbinar a sua imaginação.



Profê de História



Essa para os Profê de história incrementar suas aulas.
Pinturas computadorizadas com personagens históricos, basta clicar e, tchan! A biografia do personagem tá na tela. Tem um porém, a grande maioria é no idioma inglês. Aliás, um ótimo porém! Taí a oportunidade de uma atividade interdisciplinar!


Eis aqui os links: 01  -  02  -  03

Visto que parceria é uma coisinha que dá trabalho... basta clicar no icone indicado na imagem, e redefinir o idioma.






Como Encontrar Tempo Para Leitura?




10 Dicas certas de Douglas Eralldo - AQUI
Entendeu?! Certa... Eralldo...